Como encontrar as melhores universidades para a sua graduação?

Muitas decisões precisam ser tomadas durante o último ano do ensino médio. Que profissão seguir? Esse é o momento de fazer uma graduação, um cursinho ou de embarcar em uma viagem de intercâmbio? Escolhendo a universidade como trajetória, é melhor optar pelas áreas de humanas ou de exatas? Diante de tantas perguntas, também surge a necessidade de conferir quais são as melhores universidades do País e onde você poderá estudar.

Enfim, não faltam questionamentos nessa fase. O que é natural, porque nessa fase você poderá escolher o seu futuro profissional e pessoal. Quando você já decidiu o curso, resta saber em que local você irá fazer a graduação. Com a expansão do ensino superior no Brasil, muitas instituições foram abertas. Por um lado, esse é um ponto positivo, já que a concorrência pode significar melhores oportunidades de ingresso, mas, por outro lado, quanto mais opções interessantes, mais dúvidas. Então, como escolher a sua instituição de ensino entre as melhores universidades do País?

Quer ver a lista das melhores universidades? O MEC pode ajudar!

Depois de ter decidido por um curso de graduação, virá a tarefa de escolher em qual universidade você vai estudar. Já que existe um grande número delas no mercado, como saber qual é a melhor opção para você? Dentre todos os pontos que devem ser avaliados antes de você tomar uma decisão, alguns se destacam por serem essenciais. Entre eles, será muito importante você descobrir se a instituição em que você quer estudar é reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação).

Nem pense em optar por uma universidade que não seja credenciada pelo MEC. Se você escolher uma instituição com essa característica, você não receberá diploma algum no final do curso. Ou seja, todo o seu esforço durante os anos de graduação não valerá no mercado de trabalho. Por isso, assim que você definir quais são as melhores universidades para você, procure neste link se elas são credenciadas.

Confirmando que a universidade está credenciada, agora chegou a hora de você saber se o curso que você escolheu está bem colocado no ranking do MEC. Segundo o portal do Ministério da Educação, o Conceito Preliminar de Curso (CPC) vai de 1 a 5 e, como o próprio nome diz, esse é um indicador prévio da situação dos cursos de graduação no País.

Para que os valores do CPC sejam definidos e representem efetivamente o que se espera de um curso em termos de qualidade e excelência, comissões de avaliadores do MEC realizam visitas in loco para confirmar ou alterar o conceito obtido anteriormente.

O CPC é divulgado anualmente, junto com os resultados do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Os cursos que recebem nota 1 e 2 são automaticamente incluídos no cronograma de visitas dos avaliadores do Inep. Os demais casos, ou seja, cursos com conceito igual ou maior que 3, podem optar por não receber a visita dos avaliadores e, assim, transformar o CPC em conceito permanente.

Os cursos com conceito 5 são considerados de excelência, ou seja, devem ser vistas como de referência. Dentre os pontos avaliados pelo MEC para atribuir o CPC estão: resultados da avaliação de desempenho dos estudantes; infraestrutura e instalações; recursos didático-pedagógicos e corpo docente.

Portanto, antes de entrar em uma faculdade, verifique a nota que a instituição recebeu no curso de sua preferência para não se decepcionar após a inscrição.

Vantagens que vão além do ensino nas melhores universidades

É fundamental que a universidade tenha boas referências em relação ao ensino apresentado? Com certeza! Mas, entre as melhores universidades, não basta você olhar a nota do curso na avaliação do MEC.

Você precisa avaliar as vantagens que cada universidade apresenta. Vantagens que atendam às suas expectativas e necessidades durante o período da sua formação.

Se não deu certo o plano para entrar em uma instituição pública ou se essa universidade fica muito distante da sua casa, vale verificar se as melhores universidades da sua lista oferecem opções de financiamento e bolsas.

Descubra, por exemplo, se elas possuem opções de financiamento estudantil (como Fies e ProUni) e bolsas de estudos próprias ou fornecidas por empresas especializadas.

A Estácio de Sá, por exemplo, além de permitir o curso através dos programas de financiamento do governo federal, possui seu próprio financiamento estudantil.

O Parcelamento Estácio (PAR) oferece a opção de o estudante iniciar a graduação pagando somente 30% da mensalidade nos dois primeiros períodos e parcelando o restante. Para acessar essa opção, o acadêmico não precisa ter feito o Enem. A vantagem do PAR é que você pode pagar as parcelas da faculdade sem juros e sem necessidade de apresentar fiador.

Se você não quer financiar o seu curso, você tem outras opções de acessar a faculdade de maneira simples e com incentivo. É possível, aderindo ao DIS, que é a Diluição Solidária da Estácio, pagar apenas R$ 49 na sua primeira mensalidade. A diferença para o valor integral dessa mensalidade será diluída em pequenas parcelas no restante da sua graduação.

Na avaliação do diretor pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, feita em notícia do Guia do Estudante, outro ponto que deve ser avaliado pelo estudante é a tradição da instituição de ensino. Se ninguém ouviu falar daquela universidade ou se quase ninguém fala sobre ela, deve haver algum motivo.

Escolhendo uma universidade pouco conhecida, isso pode vir contra você na hora de buscar um emprego. “Não quer dizer que cursos ou instituições novas não tenham qualidade. Eles podem compensar em outros aspectos. É preciso avaliar tudo muito bem”, aponta Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do curso pré-vestibular Anglo, citado na mesma reportagem.

Além disso, não se apegue excessivamente ao nome de uma universidade pública. Em processos seletivos, geralmente as empresas olham onde a pessoa estudou, é verdade. Mas, nesse caso, universidades públicas e privadas de qualidade reconhecida geralmente ficam em pé de igualdade. “Nesses casos, pesa mais a produção acadêmica, os cursos extracurriculares, os idiomas e as experiências de trabalho e voluntariado”, diz Tasinafo.

O professor Nascimento destacou a importância, ainda, de o estudante verificar os acordos da instituição com universidades internacionais. “Uma boa faculdade não pode ser isolada do mundo”. O fato de a instituição ter acordos internacionais para intercâmbios, além de indicar que ela tem algum reconhecimento em outros países, significa uma chance importante de trocar experiências e conhecimentos com outras universidades.

A Estácio, nesse sentido, oferece diversas oportunidades de intercâmbio no exterior. Para ter acesso a uma dessas oportunidades, o aluno da Estácio precisa ter cursado entre 20% e 80% do currículo acadêmico.

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